September 28th, 2008
Nos dias 29 e 30 de setembro de 2008 terei a oportunidade de estar no Sun Tech Days 2008 em São Paulo, junto com o pessoal da globo.com. Acredito que será uma ótima oportunidade de rever alguns amigos de lá e de conhecer novos colegas além de, é claro, aprender coisas novas durante o evento.
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September 26th, 2008
É com orgulho que anuncio, no dia do lançamento do iPhone no Brasil, o lançamento da versão iPhone/iPod touch do Globo VÃdeos.
A infraestrutura e o site estavam prontos desde maio e o seu desenvolvimento se deu em aproximadamente 1 mês pela nossa equipe agile de Tecnologia WebMedia. Além de oferecer vÃdeos no formato H.264 para o QuickTime, o site apresenta uma interface otimizada para o Safari Mobile, aproveitando vários recursos legais desses dispositivos.
Além disso, possibilitamos que iPhones/iPods toquem vÃdeos nas versões clássicas dos sites que possuem o nosso player embed, incluindo o Globo VÃdeos. Como o Safari Mobile não suporta Flash, quando acessado a partir de um desses dispositivos, o nosso player agora é exibido em uma versão não-Flash, servindo formato de vÃdeo H.264 em vez do flv normalmente oferecido.

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August 4th, 2008
Quantos daily meetings deve haver por sprint? Este trecho retirado do livro Agile Project Management with Scrum sugere que deve haver um daily meeting por dia de sprint.
The Team members have two administrative responsibilities during the Sprint: they are to attend the Daily Scrum meeting, and they are to keep the Sprint Backlog up-to-date and available in a public folder on a public server, visible to all.
Além do mais, o diagrama abaixo indica que deve haver daily meeting apenas em dias de sprint:

O que acontece é que no último dia do sprint podem ainda existir estórias não finalizadas. Para que todas elas sejam colocadas no status done, alguns times costumam fazer um daily meeting extra no dia seguinte ao fim do sprint.
O ideal no Scrum é não iniciar uma estória enquanto outra ainda está em andamento - fazer item por item. Por outro lado, cada membro do time tem sua especialidade e pode escolher que tarefa irá fazer. Talvez um determinado membro queira assumir uma tarefa de uma outra estória que não a que está sendo trabalhada no momento, pulando tarefas da estória atual e quebrando assim essa regra. Qual é a coisa certa a fazer neste caso?
O que essas duas questões têm em comum? Ambas exploram as caracterÃsticas empÃricas e adaptivas do Scrum. Mas até que ponto as regras podem ser mudadas?
If someone wants to change the rules, use the Sprint retrospective meeting as a forum for discussion. Rule changes should originate from the Team, not management. Rule changes should be entertained if and only if the ScrumMaster is convinced that the Team and everyone involved understands how Scrum works in enough depth that they will be skillful and mindful in changing the rules. No rules can be changed until the ScrumMaster has determined that this state has been reached.
Eu acredito muito no que diz este trecho desse mesmo livro. Ele sugere que as regras podem ser livremente mudadas, desde que o desejo parta do time e que o time já entenda bem o processo. Isso serve para garantir, entre outras coisas, que mudanças nas regras não engessem o processo. Além disso, ao meu ver, quando o time já tem no sangue os princÃpios ágeis, dificilmente uma mudança representará um retrocesso. Somente quando o time atinge esse grau de maturidade, adaptações à s regras podem e devem ser feitas.
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June 6th, 2008
Recentes discussões sobre desempenho e escalabilidade de sistemas me levaram a seguinte questão: por que não se fala em frameworks e sistemas web server-side compilados diretamente para assembly nativo?
Este é um fenômeno curioso para mim, já que aplicações interpretadas (e até as compiladas para uma virtual machine), são menos performáticas. Quero que fique claro que não acredito que o uso de aplicações compiladas seja a solução para problemas de performance. Estas questões precisam ser primariamente endereçadas a melhorias arquiteturais e infraestruturais desenhadas para cada aplicação particular. Apenas questiono o fato de nós desenvolvedores, na grande maioria dos casos, não considerarmos essa hipótese ao desenvolver uma aplicação web, ou mesmo como meio de otimizar sistemas especÃficos cuja performance é crÃtica.
Por exemplo, ainda que soluções Java tenham desempenho excelente em muitos casos, seria muito interessante e perfeitamente justificável, do meu ponto de vista, o desenvolvimento de um framework para C++ que suportasse um esquema semelhante à tecnologia Servlet do Java - sem as limitações de performance de programas CGI - entre outras soluções web consagradas, além de bibliotecas que facilitassem o desenvolvimento de aplicações C++ para web.
É claro que não podemos negar que existem vantagens interessantes oferecidas pelas linguagens interpretadas neste campo. Mas, honestamente, não entendo porque o simples ganho de performance oferecido por aplicações nativas ainda não resultou no surgimento de pelo menos um framework desse gênero consolidado e de uma comunidade de desenvolvedores que, assim como eu, são aficionados por desempenho.
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May 7th, 2008
Neste post inaugural, vamos demonstrar uma maneira de facilitar o trabalho de implementar testes de aceitação automatizados usando a extension Firefox Selenium IDE. Para ilustrar, tente fazer com o Selenium algum tipo de ação ou asserção sobre algum dos links da parte inferior do site www.google.com, por exemplo. Basicamente, há duas opções neste caso: ou clicar no link (com o botão direito ou esquerdo do mouse) para registrar uma ação/asserção, o que faz com que o Selenium automaticamente escreva um trecho de script, ou você pode escrever o script na mão. A primeira opção tem uma desvantagem: o Selenium poderá gravar como identificador do link o texto do link. Se o texto deste link mudar freqüentemente no site, você não vai querer identificá-lo desta maneira. A segunda opção sempre permite que você faça essa identificação pelo posicionamento desse elemento na árvore DOM do documento, por XPath.
No screencast abaixo, vamos demonstrar como o uso de duas outras extensions Firefox, o XPather e o Firebug, ajudam a descobrir rapidamente os XPaths dos elementos ao escrever os scripts.
Obs.: É necessário acrescentar uma barra (/) no inÃcio do XPath gerado para que o Selenium entenda.
P.S.: o Firebug é indispensável para uma infinidade de outras coisas. Portanto, se você gostar do XPather, mantenha as duas extensions instaladas.
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